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PLANEJAMENTO REGIONAL INTERSETORIAL DE EDUCAÇÃO DO MARAJÓ
O Planejamento Regional Intersetorial de Educação do Marajó integra uma trajetória de construção coletiva iniciada no II Pacto pela Transformação da Educação no Arquipélago do Marajó, em novembro de 2024, quando o Ministério da Educação reafirmou o compromisso de apoiar os municípios marajoaras na elaboração de seus Planos Municipais de Educação.
A partir desse marco, a Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase) do Ministério da Educação (MEC), em articulação com o Gaepe Arquipélago do Marajó e com os atores territoriais, conduziu um processo progressivo de diagnóstico, mobilização institucional, escuta dos municípios, identificação de atores intersetoriais e formulação de estratégias regionais voltadas à garantia do direito à educação no território.
Essa agenda ganhou densidade no III Pacto pela Transformação da Educação no Arquipélago do Marajó, especialmente nos 5 compromissos relativos à operacionalização das iniciativas do Planejamento Regional, à articulação da Sase/MEC com outros ministérios, ao apoio aos Planos Municipais de Educação, à mobilização das secretarias estaduais e à corresponsabilidade das associações municipalistas na implementação das estratégias intersetoriais. Com isso, o Planejamento passou a constituir uma das frentes prioritárias do novo ciclo de atuação do Gaepe, articulando apoio técnico federal, coordenação estadual, mobilização municipal e governança interinstitucional.
O percurso metodológico do Planejamento foi organizado em etapas sucessivas. Após o levantamento de dados e a constituição da Rede de Apoio, foram realizadas oficinas de diagnóstico e pactuação em Belém, seguidas de oficinas regionais em Curralinho, Soure e Breves, entre novembro e dezembro de 2025. Essas etapas permitiram reconhecer a diversidade interna do Marajó, aproximar o planejamento das realidades dos diferentes pólos territoriais e formular iniciativas intersetoriais a partir das condições concretas dos municípios.
Como resultado desse processo, foram elaboradas 58 iniciativas intersetoriais, distribuídas em cinco eixos considerados determinantes sociais da trajetória educacional: insegurança alimentar e nutricional; acesso inadequado à saúde; violência no território e na família; trabalho infantil e juvenil; e mudanças climáticas e eventos extremos. Esses fatores incidem diretamente sobre o acesso, a frequência, a permanência, a aprendizagem, o fluxo escolar e a conclusão da educação básica, razão pela qual o Planejamento parte da premissa de que a garantia do direito à educação no Marajó exige respostas públicas integradas, territorializadas e coordenadas entre diferentes setores.
Nesse contexto, a Oficina de Belém, realizada nos dias 29 e 30 de junho e 1º de julho de 2026, constitui uma etapa estratégica de transição entre a formulação e a implementação. Seu objetivo é validar, refinar e priorizar as iniciativas construídas nas oficinas regionais; produzir subsídios para o Programa “Educação Marajoara Intersetorial e Transformadora”, da UFPA; e estruturar a proposta de governança responsável pela implementação e pelo monitoramento do Planejamento Regional Intersetorial de Educação do Marajó.
Constituição da estrutura de governança
Ao final da oficina de Belém, foi submetida à validação da plenária a constituição do Comitê do Planejamento Regional Intersetorial de Educação do Arquipélago do Marajó, como instância de coordenação, acompanhamento, articulação institucional e monitoramento das iniciativas priorizadas.
A composição inicial do Comitê deverá contemplar:
| Representação | Composição proposta |
|---|---|
| Governo federal | Sase/MEC |
| Governança Gaepe | Grupo Diretor do Gaepe Arquipélago do Marajó, composto por TCMPA e Instituto Articule |
| Diretorias Regionais de Ensino da Seduc-PA | 4 DREs do Arquipélago do Marajó: Cachoeira do Arari, Breves, Curralinho e Afuá |
| Municípios | 18 municípios do Arquipélago do Marajó |
| Governo estadual | Seduc-PA e Secretaria Regional de Governo do Marajó |
| Representação municipalista | Undime-PA, AMAM e AMUT |
| Controle social e conselhos | UNCME-PA |
| Universidade | UFPA |
Cada instituição deverá indicar um representante titular e um suplente, com identificação de nome, cargo, órgão, telefone e e-mail institucional.
Constituição dos Grupos de Trabalho Temáticos
Serão constituídos, como parte da governança, cinco Grupos de Trabalho Temáticos (GTTs), correspondentes aos problemas complexos do Planejamento Regional:
- • GTT-1: Insegurança Alimentar e Nutricional;
- • GTT-2: Acesso Inadequado à Saúde;
- • GTT-3: Violência no Território e na Família;
- • GTT-4: Trabalho Infantil e Juvenil;
- • GTT-5: Mudanças Climáticas e Eventos Extremos.
Cada GTT deverá contar, no mínimo, com:
| Composição mínima de cada GTT | Critério |
|---|---|
| 01 coordenador do território | Pessoa indicada pelo respectivo GTT da oficina, necessariamente vinculada ao território |
| 01 representante da UFPA | Indicado pela Universidade, preferencialmente com aderência temática ao eixo |
| Representantes intersetoriais e parceiros estratégicos | Conforme a natureza das iniciativas: educação, saúde, assistência social, agricultura, meio ambiente, direitos humanos, proteção, controle social, entre outros |
Atribuições dos Grupos de Trabalho Temáticos
Os Grupos de Trabalho Temáticos deverão atuar como instâncias técnicas e territoriais de apoio ao Comitê do Planejamento Regional Intersetorial de Educação do Arquipélago do Marajó, contribuindo para o detalhamento, a qualificação e o acompanhamento das iniciativas priorizadas em cada problema complexo.
São atribuições dos Grupos de Trabalho Temáticos:
- 1 elaborar plano de ação temático, a ser deliberado com o Comitê Intersetorial;
- 2 identificar parceiros, políticas públicas, programas, instrumentos e apoios institucionais necessários e estratégicos à implementação das iniciativas;
- 3 indicar necessidades técnicas, institucionais, financeiras, logísticas e operacionais para viabilizar as ações propostas;
- 4 propor prazos e responsáveis;
- 5 sistematizar riscos, entraves e pontos de atenção que possam comprometer a implementação das iniciativas;
- 6 manter diálogo com os representantes dos municípios, das DREs e com os demais atores do território, assegurando que todos os municípios possam contribuir com informações, demandas e sugestões;
- 7 Considerar, na elaboração dos respectivos planos de trabalho, as interfaces das iniciativas com a primeira infância e com a educação especial inclusiva, assegurando que essas dimensões sejam observadas de forma transversal nas ações e estratégias.
- 8 apresentar ao Comitê sínteses periódicas sobre o andamento dos trabalhos, pendências identificadas e demandas que exijam articulação interinstitucional;
Definições e encaminhamentos da Oficina de Belém:
- 1 Ficaram validadas 55 iniciativas, discutidas ao longo da oficina, conforme Anexo I, e a estrutura de governança do Planejamento Regional Intersetorial de Educação do Marajó.
- 2 Foi lançado o Programa “Educação Marajoara Intersetorial e Transformadora”, da Universidade Federal do Pará, cujos projetos serão fomentados e definidos pela UFPA em parceria com a Sase/MEC, até setembro de 2026.
- 3 Para fortalecer a interlocução com o Gaepe Arquipélago do Marajó, os representantes das DREs que integram o Comitê participarão das reuniões da governança, contribuindo para o acompanhamento das iniciativas, a circulação de informações e a articulação com os municípios da abrangência da DRE.
- 4 Ficou definido que o Comitê contará com representação das Secretarias Municipais de Educação dos 18 municípios do Arquipélago do Marajó.
- 5 Foram constituídos, como parte da governança, cinco Grupos de Trabalho Temáticos: Insegurança Alimentar e Nutricional; Acesso Inadequado à Saúde; Violência no Território e na Família; Trabalho Infantil e Juvenil; e Mudanças Climáticas e Eventos Extremos, conforme Anexo II. Cada GTT conta com um coordenador do território e um representante indicado pela UFPA.
- 6 Os GTTs deverão elaborar plano de ação, a ser validado com o Comitê do Planejamento Regional Intersetorial, contendo iniciativas priorizadas, parceiros, instrumentos e políticas relacionadas, prazos, recursos necessários, e dificuldades à implementação.
- 7 A Sase/MEC compartilhará, assim que finalizado, o relatório da oficina de Belém com os participantes, que se comprometem a difundir as deliberações junto às respectivas instituições e às demais secretarias municipais envolvidas.
- 8 O Grupo Diretor do Gaepe Arquipélago do Marajó encaminhará ofício de mobilização e informação às prefeituras dos 18 municípios, dando ciência das atividades, da constituição do Comitê, da proposta de estrutura de governança, da relevância da participação das prefeituras e da necessidade de engajamento das Secretarias de Educação, Saúde, Assistência Social, Meio Ambiente e Agricultura, destacando também a importância da articulação com os demais municípios e com os pontos focais.
- 9 Os principais resultados da oficina, incluindo estrutura de governança, composição preliminar do Comitê e dos GTTs e próximos marcos de implementação, deverão ser apresentados na reunião do Gaepe Arquipélago do Marajó de 12 de agosto de 2026.
Desafios e Ações Prioritárias
- 1 Fortalecer o acompanhamento e monitoramento das ações de alimentação escolar na SEMED e nas escolas, bem como a ação e atuação do Conselho de Alimentação Escolar com a infraestrutura adequada para o seu funcionamento, de forma a adotar sistema de controle de estoque de alimentos na SEMED e nas escolas.
- 2 Capacitar e apoiar a regularização de agricultores familiares cadastrados no CAD único para participação em chamada pública do Programa Nacional de Alimentação Escolar.
- 3 Garantir infraestrutura adequada nas escolas rurais, o fornecimento de água potável e energia elétrica sustentável.
- 4 Fortalecer o regime de colaboração de rede entre estado e município referente ao repasse anual de recursos voltados para a alimentação escolar.
- 5 Realizar o monitoramento nutricional contínuo para o acompanhamento do estado de saúde dos estudantes e fortalecer o fluxo de informações intersetoriais sobre vulnerabilidade alimentar.
- 6 Ampliar e fortalecer a captação e a destinação de recursos para benefícios intersetoriais, por meio da articulação entre as diversas políticas públicas, de forma a ampliar o atendimento das famílias em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.
- 7 Promover a capacitação continuada de equipe multiprofissional e intersetorial (nutricionistas, enfermeiros, técnicos da área de alimentos, profissionais da educação e demais profissionais envolvidos no processo) para identificar, acompanhar e orientar estudantes com intolerância, alergias e seletividade alimentar.
- 8 Instituir fórum regional permanente considerando a especificidade local para capacitação técnica intersetorial sobre o Programa de Aquisição de Alimentos e outros programas de agricultura familiar no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar, de forma a prover a melhor orientação sobre a aplicação de recursos públicos.
- 9 Realizar o cadastro e mapeamento regional dos produtores da agricultura familiar e de sua capacidade de produção para subsidiar o planejamento da alimentação escolar.
- 10 Implantar sistema regional de compartilhamento de informações entre os municípios sobre produtores rurais e processos de aquisição da alimentação escolar.
- 11 Promover capacitações para o fortalecimento da cadeia produtiva de agricultura familiar, incluindo questões sobre o beneficiamento, armazenamento e agregação de valor para a produção.
- 12 Instituir comitê regional de planejamento para o fortalecimento da produção, comercialização e escoamento de produtos da agricultura familiar destinados às políticas públicas.
- 13 Garantir formação profissional, assistência técnica, apoio gerencial e promoção social aos produtores familiares, visando ao abastecimento sustentável do Programa Nacional de Alimentação Escolar.
- 14 Fomentar a abordagem dos temas das disciplinas de Saúde Sexual e Reprodutiva em sala de aula transversalmente.
- 15 Expandir a Rede Psicossocial implantando/garantindo Centros de Atenção Psicossocial e outros serviços da Rede de Atenção Psicossocial em todos os municípios do Marajó.
- 16 Fomentar a adesão ao Programa de Saúde na Escola e a institucionalização do IGTIM.
- 17 Fortalecer o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e o Conselho Tutelar.
- 18 Promover ações de integração entre o sistema de garantia de direitos para o cuidado integral das meninas (crianças e adolescente) gestantes.
- 19 Implantar o Centro de Inclusão e Reabilitação nos municípios do Marajó, salvo em Oeiras do Pará que deve ser itinerante.
- 20 Garantir a presença das equipes multidisciplinares nas escolas para o cuidado psicossocial, conforme a Lei nº 13.935/2019.
- 21 Fortalecer e integrar as ações do Comitê Gestor da rede de cuidado e proteção de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência no âmbito municipal.
- 22 Incentivar municípios para a estruturação dos processos de credenciamento de equipes de saúde da família e/ou ribeirinha e implantação de UBS (conforme orientações do Ministério da Saúde).
- 23 Promover ações para o fortalecimento de uma rede de apoio intersetorial com a criação de duas unidades do ParáPaz.
- 24 Promover ações de capacitação para os profissionais do Sistema de Garantia de Direitos (SGD) sobre o protocolo de escuta especializada e qualificada, bem como para o depoimento especial, para garantir atendimento e acolhimento adequados às vítimas de violência.
- 25 Ampliar a presença e a capacidade de atendimento das Delegacias Especializadas (DEAM e DEACA) no território.
- 26 Promover ações de capacitação sobre violação de direitos no território e na família destinada aos pais/responsáveis e agentes sociais.
- 27 Promover incentivos fiscais e estratégias para atração de empreendimentos que gerem emprego e renda para as famílias em situação de vulnerabilidade social e econômica.
- 28 Implantar pólos do ParáPaz para atendimento integrado às vítimas de violência no território.
- 29 Apoiar a criação de um Comitê Regional, com o objetivo de fortalecer o debate e o enfrentamento às violências nos municípios do Marajó.
- 30 Criar uma política regional integrada de prevenção e enfrentamento à violência intrafamiliar e territorial no Arquipélago do Marajó, com participação dos diversos órgãos de proteção e defesa social, articulada com a escola, a família e a comunidade.
- 31 Promover ações de formação para a elaboração de um protocolo regional de atendimento para enfrentamento à violência nos municípios do Arquipélago do Marajó.
- 32 Promover ações integradas em nível regional para prevenção e enfrentamento às violências, envolvendo toda a rede do Sistema de Garantia de Direitos (SGD).
- 33 Criar uma Ouvidoria Regional que atenda às demandas de casos de violência nos municípios do Arquipélago do Marajó.
- 34 Promover ações de busca ativa com foco no combate ao trabalho infantil e juvenil com ações intersetoriais.
- 35 Promover ações para o aumento da oferta de emprego e renda para as famílias com vulnerabilidade econômica.
- 36 Ampliar as escolas em tempo integral na educação básica de ensino, na região do Marajó, com necessidade de organização efetiva da política.
- 37 Criar Programa de Incentivo Financeiro Educacional, semelhante ao Pé-de-Meia, voltado aos alunos do Fundamental 2 na região do Marajó, com mapeamento detalhado das fontes de recursos necessários.
- 38 Incentivar a produção e regularização de produtos dentro do território para aumentar a oferta de emprego e renda nos municípios, fortalecendo agricultores e produtores através de parcerias, cooperativismo, turismo sustentável e extrativismo.
- 39 Implementar um Plano Regional de Combate ao Trabalho Infantil.
- 40 Apoiar a implementação de um comitê intersetorial de combate ao trabalho infantil e juvenil.
- 41 Criar um centro da juventude para atendimento das ações intersetoriais para o enfrentamento do trabalho infanto-juvenil, visando ao protagonismo das crianças e adolescentes marajoaras.
- 42 Implementar o Centro de Referência da Assistência Social - CAPS Ribeirinho, indígena e quilombola na região do Marajó, fortalecendo e adaptando os existentes para atender essas comunidades.
- 43 Promover ações e projetos específicos para minimizar os efeitos climáticos nas escolas nos territórios (ribeirinhas, quilombolas, indígenas, rurais e urbanas), com ênfase na sustentabilidade e especificidades do território.
- 44 Promover ações de limpeza, desobstrução nas vias fluviais e manutenção das vias terrestres prioritárias para o acesso às escolas (barreiras de contenção de barrancos, igarapés, desobstrução de braços de rio e vicinais), garantindo o deslocamento de alunos, em especial no período do inverno e do verão Amazônico.
- 45 Promover ações que visem à identificação, registro e monitoramento anual das condições de abastecimento de água e saneamento das escolas, por meio da classificação destas por nível de urgência e da elaboração de Plano de intervenção intersetorial, com base no monitoramento comunitário.
- 46 Desenvolver e aplicar soluções técnicas para o melhoramento do transporte escolar (aquático e terrestre), priorizando a segurança, conforto térmico, velocidade média e o bem-estar dos estudantes no território.
- 47 Promover a ampliação do programa de energia solar (Placas Solares) nas unidades de ensino e no transporte escolar (embarcações elétricas).
- 48 Adequar os projetos arquitetônicos das escolas à proposta de Tempo Integral, com acesso à internet e condições de conforto climático em cada território.
- 49 Promover ações de adequação do transporte escolar de acordo com as necessidades geográficas da região, incluindo sistema de proteção contra o escalpelamento.
- 50 Promover o fortalecimento da prevenção, da mitigação e de resposta rápida às queimadas, estiagem, enchentes e alagamentos através de diferentes meios, como criação de Brigada Comunitária, plano de prevenção ou outros instrumentos de forma territorializada.
- 51 Promover a implementação de projetos arquitetônicos específicos para as escolas da região com infraestrutura para suprir a demanda energética de forma sustentável e conforto térmico com materiais locais.
- 52 Implementar e fortalecer as coordenadorias de educação ambiental nas Secretarias Municipais de Educação, promovendo a articulação intersetorial (Saúde, defesa civil, meio ambiente, educação e assistência social).
- 53 Adaptar o calendário escolar com horários diferenciados em períodos de estiagem e enchente.
- 54 Promover política e ações de capacitação inicial e continuada sobre sustentabilidade, educação ambiental, plantio de árvores, coleta seletiva e resíduos sólidos adequados aos saberes locais, promovendo a troca de experiências entre os municípios.
- 55 Fomentar o plantio de mudas de essências florestais, frutíferas e/ou ornamentais nas escolas para melhoria do conforto térmico.
Grupos de Trabalhos Temáticos
- Benedito Caldas - Sudam
- Ana Cristina Santos Sodré – TCMPA: Rede de Apoio
- Ana Lucia de Lima Santos – Limoeiro do Ajuru
- Fellipy Fernando Ferreira Soares – Chaves
- Raimunda Gizeli Viegas de Lima– Melgaço
- Luciana da Conceição e Silva - PSE
- Mirian Lobato Junior – Ponta de Pedra
- Sidclei Sacramento da Silva – Santa Cruz do Arari
- Professora UFPA: Ivanira Dias
- Julia Jungman: Instituto Mondó
- Ana Valéria da Silva Dantas – PSE/MEC
- Adriano Abucater – PSE
- Débora Elayne Costa Moraes – Breves
- Elianete de Jesus Farias da Cunha - Bagre
- Gracielly Delgado – PSE: M° SAÚDE
- Lara Vinagre Sefer – TCMPA: Rede de Apoio
- Ligia Sales Correa da Silva - Curralinho
- Professora UFPA - Karol Veiga Cabral
- Professora UFPA - Rosineide dos Santos Tavares
- Jefferson Otoni – Breves
- Mayara Otoni – Breves
- Carolina Maciel – Instituto Mondó
- Dorvalina Gomes Monteiro – DRE/Afuá
- Miryam Lishane Valente Albim - TCMPA
- Nair Cristine Mascarenhas – UNDIME: Rede de Apoio
- Silas de Jesus Soares da Silva – Anajás
- Vanise Maria Muribeca Athar - Cachoeira do Arari
- Willer Moravia – Instituto Articule
- Professor UFPA: George Lucas Ramos
- Bruna Suellen – SEDUC/DDI
- Carolina Maciel – Instituto Mondó
- Alessandra Nascimento – AMAM
- Diogo Rodrigues Ferreira – TCMPA: Rede de Apoio
- Franciely Loyze Cunha Ribeiro de Almeida - MDHC
- Ivana Lorena S. Farias – São Sebastião da Boa Vista
- Janaína Omara Silva de Moura - Afuá
- Paola Maria Frassinette Rotterdam - SARC
- Raimunda da Silva Mascarenhas – AMUT: Rede de Apoio
- Professora UFPA: Émina Santos
- Professor UFPA: Alberto Damasceno
- Rafael Rocha da Silva – SARC
- Kerleen Freitas – SAEB/DDI
- Adilton Ribeiro – SUDAM
- Elias da Silva Saraiva – Portel
- Maria das Graças Oliveira de Castro - Salvaterra
- Messias Souza Pantoja - Gurupá
- Mayara Andrade - Oeiras do Pará
- Professora UFPA: Roberta Rodrigues
- Professor UFPA: Emannuel Loureiro
- Wania de Castro Guimarães: TCMPA
- Julia Jungman: Instituto Mondó
